Testamento. Giánnis Ritsos

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Disse: creio na poesia, no amor, na morte,

e por isso mesmo creio na imortalidade. Escrevo um verso,

escrevo o mundo; existo; existe o mundo.

Da ponta do meu dedo mínimo corre um rio.

O céu é sete vezes azul. Esta pureza

é de novo a primeira verdade, a minha última vontade.

Giánnis Ritsos

antologia

fora do texto, 1993

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